Arquivo

Arquivo de dezembro, 2003

FDR Awards 2003

31, dezembro, 2003 FDR 6 comentários

Melhor filme: A pequena loja da rua principal, de Ján Kadár e Elmar Klos

Melhor romance: Os irmãos Karamazov, de Dostoievski

Melhor coletânea: Décadas púrpuras, de Tom Wolfe

Melhor composição: Sonata K.457, de Mozart

Melhor composição popular: I’ma poached egg, dos Gershwin

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Friends

28, dezembro, 2003 FDR 11 comentários

A maioria das mulheres pensa que é a Monica, mas na verdade não passa da Phoebe.

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Sabe quando você só tem

27, dezembro, 2003 FDR 6 comentários

Sabe quando você só tem um cigarro e acende ele do lado contrário? That’s life, buddy.

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O melhor tio é aquele

26, dezembro, 2003 FDR Sem comentários

O melhor tio é aquele que não tem filho. O melhor pai também.

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“Não quero saber quem você

25, dezembro, 2003 FDR Sem comentários

“Não quero saber quem você é, gorducho. Tire essas renas do meu telhado agora.”

Dean Martin em Kiss Me, Stupid, de Billy Wilder.

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Certamente Mystic River não é

23, dezembro, 2003 FDR 5 comentários

Certamente Mystic River não é um filme para se ver comendo pipoca.

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O Chirac, como o Caio

22, dezembro, 2003 FDR 6 comentários

O Chirac, como o Caio Blinder, tem a impressionante habilidade de ter a opinião errada sobre tudo.

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Minha família acha que eu

20, dezembro, 2003 FDR 3 comentários

Minha família acha que eu sou hipocondríaco. Claro que não sou. Mas devo ter alguma doença que faz ela pensar isso. Confesso que gosto de hospitais. Me sinto confortável rodeado por médicos e enfermeiras. Quando viajo, em vez de alugar quarto em hotel, alugo em hospital. Veja bem, se por acaso acontecer alguma coisa, eu já estou lá. É apenas uma questão de praticidade. Também costumo frequentar consultórios. Admito que até hoje nunca tive nada tão sério quanto imaginava, nenhuma grande doença e coisa e tal, mas isso não quer dizer que uma pequena doença não seja uma doença. Eu volto do médico e minha família diz (minha família é um único ser monstruoso, que diz a mesma coisa por diversas bocas):

– Tá vendo! Eu disse que você não tinha nada! De novo você gastou dinheiro à toa!

– Mas eu tenho! Tudo bem, não é nada terminal, é apenas uma bolinha de gordura. Mas eu não inventei a bolinha de gordura.

– Do jeito que você come, deve ter engolido uma por aí.

– Preciso mudar minha alimentação. Não tenho me sentido muito bem ultimamente.

Eu volto do médico, não é nada grave e minha família fica infeliz e revoltada. Não deveria comemorar? Não deveria agradecer o fato de eu ter uma bolinha de gordura? Daquele machucado não ser um princípio de elefantíase? Da tosse não indicar tuberculose? Mas não, não, a minha família fica triste.

– O médico viu meus exames. Agora é sério. Estou morrendo.

– Finalmente! Parabéns!

– Obrigado, mas o mérito não é meu, é do médico.

– Pelo menos você não desperdiçou dinheiro.

– Quero ver você dizer que eu sou hipocondríaco agora.

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Toda verdade é uma meia-verdade.

20, dezembro, 2003 FDR Sem comentários

Toda verdade é uma meia-verdade. Inclusive esta.

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“These dull notes we sing

19, dezembro, 2003 FDR 3 comentários

“These dull notes we sing

Discords need for helps to grace them”

Thomas Campion, Laura.

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