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Arquivo de abril, 2005

SIDEWAYS **** Um filme para

24, abril, 2005 FDR 12 comentários

SIDEWAYS ****

Um filme para quem gosta de vinhos. E/ou para quem gosta de filmes.

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Grandes verdades universais

24, abril, 2005 FDR 2 comentários

Só o verdadeiro amor sobrevive a uma imitação do Supla cantando Japa Girl.

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Dica Gastronômica

24, abril, 2005 FDR Sem comentários

Abra um belo Chardonnay, coloque para tocar o DVD do Barbeiro de Sevilha, e bom apetite.

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O CLÃ DAS ADAGAS VOADORAS

18, abril, 2005 FDR 10 comentários

O CLÃ DAS ADAGAS VOADORAS ****

Um filme que você esquece em um dia. Mas enquanto você lembra, inesquecível.

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CLOSER ** Um filme que

10, abril, 2005 FDR 14 comentários

CLOSER **

Um filme que tenta nos deixar com pena de um cara que transa com a Natalie Portman e a Julia Roberts em pouco mais de uma hora e meia de filme. Natalie Portman não é atriz, mas é boa como stripper. Excesso de roupa pode atrapalhar a arte da atuação. Closer é o tempo inteiro inteligentinho. Sofisticadinho. Engraçadão. Os diálogos tentam ser notáveis, e conseguem, várias vezes, ser notavelmente constrangedores. De vez em quando acertam. Algumas boas frases. Eu te amo, e preciso mijar. Em outra vida, Mike Nichols dirigiu bons filmes: Quem Tem Medo de Virginia Woolf?, A Primeira Noite de um Homem, Ânsia de Amar e Ardil-22. Quase ressucitou agora.

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Nunca vi uma cidade com

9, abril, 2005 FDR 2 comentários

Nunca vi uma cidade com tantos policiais e tão pouco policiamento quanto o Rio de Janeiro. Nos Estados Unidos, você não vê a polícia, mas ela está sempre lá. No Rio, você vê a polícia, mas ela não está nem aí.

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Tudo faz sentido

8, abril, 2005 FDR 4 comentários

A morte é um negócio desagradável, exceto, talvez, para donos de funerárias e fabricantes de caixões, mas pense bem. 100 trilhões de células trabalham de graça pra nos manter vivos. Trabalham de graça, sem direito a férias, aposentadoria e plano odontológico. Não é de se espantar que um dia elas se revoltem. Que um dia elas comecem a promover greves, piquetes, boicotes e sabotagens. Tudo bem, nos obrigar a decretar falência (múltipla dos orgãos) é levar a coisa um pouco longe demais, mas eu pergunto: dá pra culpá-las? Não dá pra culpá-las. Lamento o fato de não haver possibilidade de negociação, pois eu realmente gostaria de sentar numa mesa com a célula-líder e debater o assunto. Não tenho dinheiro pra pagar 100 trilhões de células, é verdade, mas talvez a célular-líder aceitasse um suborninho pra colocar panos quentes…

Mas o que eu ia escrever era sobre o Saul Bellow. Suas 100 trilhões de células pararam de trabalhar na terça-feira. Era um grande escritor. Acho que o livro que mais reli foi a sua coletânea de artigos, Tudo Faz Sentido. Se eu fosse uma célula, pensaria duas vezes antes de parar de trabalhar pra ele.

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Meu mano (a mano) Ricardo

2, abril, 2005 FDR 23 comentários

Meu mano (a mano) Ricardo Kelmer, autor de seis livros de “total sucesso de público e absoluto fracasso de venda”, conta um pouco sobre o árduo trabalho de contar piadas o dia inteiro.

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