Arquivo

Arquivo de abril, 2006

TAS NO AR

19, abril, 2006 FDR 1 comentário

Hoje, às oito da noite, estréia a versão em vídeo do Blog do Tas. Check it out.

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ALGUMAS VERDADES QUE PENSEI DEPOIS DE UM PORRE DE SAKE

10, abril, 2006 FDR 15 comentários

Só os idiotas se consideram gênios. Além dos próprios gênios, é claro.

Todo artista que não compreende nada se julga um incompreendido.

Há burrices geniais – e há grandes burros. Da mesma forma, existem genialidades estúpidas e gênios do tamanho de um micro-himenóptero. João Kleber e Marx, por exemplo. Só fico em dúvida sobre quem é o gênio e quem é o burro.

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CRASH (2005) Tá quase

7, abril, 2006 FDR 8 comentários

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CRASH (2005)

Tá quase todo mundo lá: o negro humilhado, o branco sacana, o chicano batalhador, o cara-do-oriente-médio-que-se-tornou-paranóico-graças-a-política-externa-agressiva-do -presidente-Bush (sei lá se é isso o que o diretor quis dizer, tô chutando uma teoria aí). Só não lembro se tem chinês na jogada, mas deve ter algum oriental sofrendo preconceitos enquanto frita com óleo de anteontem alguns deliciosos pastéis de Chow Chow. Quem eu tenho certeza que ficou faltando mesmo foi o brasileiro débil mental que apesar da poliomelite devastadora luta para sambar no Hollywood Bowl ao som de Gonzaguinha. É a vida e é bonita e é bonita. Ou algo do tipo. Filme corajoso pra cacete. Soco no estômago e tal. Cotação: bomba.

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DESCE

7, abril, 2006 FDR 2 comentários

(conto curto)

O sr. Adolfo tinha uma única habilidade verdadeiramente extraordinária: em qualquer prédio, em qualquer andar, conseguia prever qual elevador ia chegar primeiro. Durante certo tempo, tentou ganhar a vida fazendo shows de adivinhação nos halls do centro da cidade, mas tudo o que conseguiu foram algumas exclamações de surpresa e muitos olhares céticos, coisas, bem sabe o leitor, que não enchem barriga nem sustentam amantes.

O sr. Adolfo morreu velho e pobre. Às vezes exclamava, sempre com essas mesmas palavras:

- Ah, como é triste uma habilidade extraordinária que não serve para nada.

Dentro de seu bigode, ou de sua pochete surrada, ou talvez da caneta Bic azul que levava no bolso das camisas xadrezes de manga curta, guardava a convicção de que um dia os profetas de elevador seriam tão reconhecidos quanto os astros de rock.

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Ela estava nua como veio

5, abril, 2006 FDR 1 comentário

Ela estava nua como veio ao mundo. Parecia um feto.

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DITADOS PETISTAS

4, abril, 2006 FDR 2 comentários

A mentira tem perna curta, mão boba e língua presa.

Vão-se os dedo, ficam os anéis nos bolso dos companheiro.

Um dia da caça, outro do caseiro.

Tudo vale a pena quando o bolso não é pequeno.

De surubão em surubão, a Jeany Mary Corner enche o papo.

De boas intenções o PT está cheio.

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Texto do Almir de Freitas

3, abril, 2006 FDR 4 comentários

Texto do Almir de Freitas sobre sobre a relação entre o Pasquim e os blogs na Bravoonline. Na edição impressa, uma pequena colaboração minha.

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Vou me casar no dia

2, abril, 2006 FDR 6 comentários

Vou me casar no dia do descobrimento do Brasil. Queria ter alguma coisa importante pra comemorar nesse dia.

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