



Hoje, às 20h, estréia no GNT a segunda temporada do Mothern, seriado que estou escrevendo com Rodrigo Castilho e Paula Szutan. Assista e mande comentários, se puder e quiser.
"Nós somos uma nação que tem um governo – não o contrário que nem o Brasil." Ronald Reagan (tá, a parte do Brasil fui eu que acrescentei).
"As nove palavras mais tenebrosas da língua inglesa são: eu sou do governo e estou aqui para ajudar." Ronald Reagan.
Se eu pudesse aprimorar o corpo humano, a primeira coisa que eu faria seriam as pálpebras auditivas. O cretino começa a falar e você, sorrindo, educado, fecha discretamente os ouvidos.
Eu: "Odeio esse país! Cara, como é desagradável. País imbecil, miserável! Que gente burra! Que governo horrível!"
Minha mulher: "De que adianta ficar chiando, se não se pode mudar isso?"
Eu: "Não vou deixar um paisinho mixuruca ser mais irritante do que eu."
Saiu texto meu na Bravo! deste mês, sobre os perigos da grande arte. O problema é que foi publicado ao lado do texto do Alexandre Soares. É como colocar o Nelson Ned ao lado do Michael Jordan. Meu texto fica parecendo ainda menor do que é.
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Além do Alexandre na Bravo!, recomendo entusiasticamente os textos de Alvaro Vargas Llosa e Diogo Mainardi na Veja desta semana.
Podem reparar: só países doentes quebram patente de remédio.
A diferença entre o Brasil e os Estados Unidos é a mesma que existe entre a Lucélia Santos e a Teri Hatcher.

Se o dinheiro é a raiz de todos os males, haverá empresa mais nobre do que tomá-lo todo para si? Eis o que é auto-sacrifício, meus amigos: enriquecer com o dinheiro dos outros! Livrar a humanidade da perdição, sofrendo na alma as pedradas e flechadas da fortuna feroz! Com o coração cheio de bondade, e a carteira cheia de tutu!