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Embora eu tinha sido o cara café com leite lá do Wunderblogs, o sujeito que ninguém sabe muito bem como que foi parar ali no meio de tanta gente boa (mais ou menos como o Bez do Happy Mondays, caso o Happy Mondays fosse uma banda com muita gente boa), agradeço de joelhos as generosas palavras a respeito do finado mostardinha.
O Alexandre escreveu o post de despedida que eu gostaria de ter escrito. Aqui vai um trecho:
"Não sei como parece para quem está de fora, mas para mim toda a experiência de pertencer a esse grupo foi algo extraordinário. Quando estávamos no auge, no distante e mítico ano de 2004, nos encontrávamos todos os finais de semana - ou estou romantizando tudo? estou, né? -, visitávamos a casa um do outro, víamos filmes de Wes Anderson e Milos Forman e Lubitsch, entrevistas com Nelson Rodrigues, bebíamos e falávamos mal uns dos outros - por que não falamos mais mal uns dos outros pelas costas, hein? - e dormíamos com a Gilda Radner e com a mulher do Lorne Michaels em oh, tantas madrugadas adentro."





